segunda-feira, 8 de março de 2010
minutos de jean luc godard e peter bjorn
um minuto de bergman
tenho vinte e dois anos, creio que já vivi aproximadamente umas 22.500 semanas ,mais uns 685700 E muitos dias mais, segundo cálculos que me duraram cerca de 2 horas e alguns milésimos de segundos insignificantes do dia de hoje, dado a proporção infinitamente incontável da minha finitude em milésimos de segundos do cálculo dos meus vinte e dois anos. não tenho certeza de nada,nem das fontes na internet que vim a buscar cálculos fiéis dos anos,meses, semanas, dias, horas, segundos e milésimos de segundos,nem aos meus cálculos feitos sobre há quanto tempo exato meu pulso pulsa e meu coração bate... muito menos, e isto é pior, tenho certeza sobre o que sou ou não sou.A RESPEITO DAS OUTRAS PESSOAS, É FÁCIL TER UMA IDÉIA PRONTA,PRA JULGAR OU FORMAR OPINIÃO SOBRE UM TERCEIRO SEGUNDO QUARTO ULTIMO OU ZERO LA NA ESQUERDA DO PT,pra falar sobre o novo ensaio da filósofa Marcia Tiburi da revista Cult e falar que é ensaio seu de saia sem saída pra quem não tem vergonha na cara e lê na edição do mês, pra julgar ensaios filósicos de BLONDIE SOPHIE, PRa isso tudo tenho certezas instantâneas, tal qual esquentar ideias e dourar coisas em bom forno microondas. SOU PERito em julgamentos, expert em listar coisas, mas quando chego em mim, nada sei. por bloqueio ou mecanismo de defesa,()?() confesso, nada sei.mas... sei que ás vezes me sinto com exatos sessenta e seis anos mal vividos, com cigarros e noites mal dormidas, com leituras de Franz Kafka, Henrik Ibsen, Primo lévi e filmes de existencialistas ferrenhos.Não há nada que me traga certeza além da incerteza do Tempo. Ainda não entendi pra mim mesmo porque me apego tanto ao tempo, visto que é a única coisa que tenho certeza de ser incerta. Pode ser que fundamento uma idéia de que a espécime humana é a única no planeta a viver sob a égide de agendas com calendários e o controle hipotético de tudo, há apertar o pulso.Pode ser que eu venha a dar ares de humano nas minhas idéias de existência...mas, o RElojeiro ao lado, (como disse em talvés outro post anterior, não me lembro se ja disse ou não, dado a passagem das horas, do tempo e a mudança das coisas a cada instante... dado a isso tudo ou nada disso esqueço fácil de tudo ou nada que me é necessário e me lembro naturalmente de tudo o que não importa...blablabla)mas,o relojoeiro ao lado tem a técnica tecnocrata rústica de consertar os relógios mecanicamente, mas não pode trazer de volta as horas boas. ah, as horas boas, como frustra se pegar escrevendo sobre horas boas que passaram, dá uma sensação legítima de fracasso, dá uma sensação de que se está escrevendo justamente pra fazer algo nessas horas não tão boas que se lembram das horas boas.horas ruins e boas podem acontecer a cada instante, pra melhor ou pra pior, tudo depende de como vou agir dentro do tempo.e isto é tão óbvio que eu vou bostar só pra mostrar o quão óbvio, tosco, ridiculo e babaca eu posso ser longe de afetações que tentam sugerir aos outros que eu não sou lógico nem tosco e nem babaca.
video repetido. gagueira mental.
post dedicado a vinicius camacho e ao angelo . deixei a dedicatoria em baixo pra cansar vos do meu texto que escrevi cansado e me sentindo no rés do chão.tipo Pessoas.copio também.
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Oiiii...Vc ta amadurecendo na literatura,
ResponderExcluirta perdendo a ingenuidade pra escrever. Será bom ou ruim? não sei...mas ta diferente, somos diferentes a cada dia que passa. Nem um dia é igual ao outro pq nem um pensamento é igual ao outro entende? LEGAL,gostei da diferença. Sempre que há diferença há crescimento, no caso literário. To chata ne...rsrsrs bj